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Cases de sucesso

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Fones de Ouvido prejudicam a Audição?

A cena é muito comum: pessoas nas ruas, no transporte público, fazendo atividades esportivas ou em filas de espera quase sempre estão usando fones de ouvido para ouvir música ou falar ao celular. “Os fones de ouvido já são um acessório incorporado ao nosso cotidiano, é irreal dizer que eles não devem ser usado”, afirma Ana Paula Lopes, fonoaudióloga da Direito de Ouvir Amplifon Brasil – empresa que pertence à italiana Amplifon, líder mundial em varejo de aparelhos auditivos.

Por outro lado, já não é novidade que os fones de ouvido podem ser muito prejudiciais à audição, causando perda auditiva. “A música, ou qualquer outro ruído, em volume muito alto mata as células receptoras do som e impede a pessoa de ouvir. É uma perda irreversível”, explica.

Um estudo britânico constatou que, devido ao uso indiscriminado de fones de ouvido, provavelmente pessoas precisarão começar a usar aparelhos de surdez já a partir dos 50 anos – uma ou duas décadas antes do que o estudo classificou como a faixa etária mais comum para iniciar esse uso. E, segundo estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS), o uso de fones de ouvido em volume alto por mais de 90 minutos por dia aumenta o risco de a pessoa desenvolver zumbido ou perda auditiva dentro dos próximos cinco anos. Se o indivíduo utilizar os fones de ouvido na potência máxima, os riscos aumentam em 70%.

Ana Paula diz que, conforme atendimentos realizados por otorrinos, a realidade é bem mais grave. “Há casos de jovens de 16 ou 17 anos que, ao fazerem exame admissional para seu primeiro emprego em locais apropriados, já têm diagnóstico de perda auditiva devido à superexposição a ruídos”. Ela explica que, para um profissional da área, é fácil identificar se a perda auditiva é fruto de exposição exagerada a ruídos, pois nesses casos a captação de sons mais agudos é a mais prejudicada.

fones

E como evitar o problema sem abrir mão da comodidade dos fones de ouvido? Confira as dicas:

  1. Prefira fones de ouvido que ficam externos à orelha. Segundo a especialista, os modelos intra-auriculares, menores e muito comuns hoje em dia, são mais prejudiciais. “Quanto mais longe do conduto auditivo está a fonte de som, melhor”, diz a fonoaudióloga. Ela detalha que até mesmo as “voltinhas” que nossas orelhas possuem são uma “solução” anatômica do nosso corpo que tem a finalidade de manter o som mais longe.
  2. Cuidado com o volume. Use o volume sempre na metade da graduação máxima do aparelho. “O ideal é conseguir ouvir a música e os sons externos também. Se a música impede de ouvir os sons externos significa que está alta demais”. Se a pessoa ao seu lado também consegue ouvir a música que você está escutando, é sinal de que o volume está muito alto.
  3. Escolha sua música preferida. “É claro que tendemos a aumentar o volume quando uma música de que gostamos muito começa a tocar. Mas, não se esqueça de diminuir o som depois que a música acabar, para não se acostumar ao volume mais alto”, aconselha.
  4. Dê um descanso aos seus ouvidos. A cada hora de música ouvida no fone, Ana Paula recomenda dez minutos de pausa. O “repouso auditivo” também serve quando vamos a um show ou ficamos expostos a um som muito alto em um determinado dia. Evitar ficar dois dias seguidos exposto a ruídos altos ajuda a “descansar”, evitando que o dano auditivo – que tem como sintoma os zumbidos, por exemplo – torne-se permanente.
  5. Cuide de seus fones de ouvido. Tenha uma caixinha ou um saquinho plástico específico para guardar seu fone de ouvido, ao invés de deixá-lo em contato direto com a bolsa, a mochila ou o bolso. A fonoaudióloga explica que os fones podem levar bactérias para dentro do ouvido, causando infecções que também podem gerar surdez, se não forem tratadas. Higienizar os fones com álcool sempre que possível também é uma boa saída.
  6. Não espere “perceber” a diminuição de sua capacidade auditiva. A especialista explica que, quando a pessoa percebe a diminuição da própria capacidade auditiva, muitas vezes já tem uma perda leve a moderada instalada. “Sinais como zumbido ou sensação de ouvido tampado já podem ser sinais de perda auditiva; nesses casos, procure um especialista. Fique atento aos sinais, consulte o otorrinolaringologista uma vez ao ano e faça audiometria se necessário”, aconselha.

fones de ouvido

Fonte: AparelhoAuditivo

Quando procurar um Psiquiatra?

Os distúrbios mentais fazem a pessoa sofrer de alguma forma, tanto o paciente quanto as pessoas que o circulam. Em grande parte das vezes, só se percebe a doença através dos prejuízos que ela provoca, como piora do rendimento no trabalho ou nos estudos, as discussões frequentes em casa, afastar os amigos e etc. Também nesse campo, nem sempre é fácil distinguir causa e efeito.

psiquiatria

E quem devo procurar nesses casos? Muitas pessoas não sabem, mas existem diferenças entre os especialistas que tratam fatores mentais e suas funções se complementam.

Psiquiatras são médicos especialistas, ou seja, cursam a faculdade de Medicina por 6 anos e depois, um programa de residência médica em Psiquiatria, por mais 3 anos. O diagnóstico e a indicação do tipo de tratamento a ser seguido é feita por esse profissional.

Neurologistas também são médicos especialistas. Enquanto os psiquiatras têm sua atuação matis voltada para os problemas relacionados às emoções e ao comportamento (depressão, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade etc), os neurologistas focam suas atividades em outras doenças do sistema nervoso, como as que acometem a motricidade e a sensibilidade (esclerose múltipla, doença de Parkinson etc).

Como tanto os transtornos neurológicos quanto os psiquiátricos envolvem, via de regra, alterações na anatomia e/ou no funcionamento cerebral, é comum que ocorram simultaneamente sintomas de ambas áreas durante o curso de uma mesma doença e assim um mesmo paciente seja acompanhado por dois profissionais.

terapia

Psicólogos são profissionais formados em faculdades de Psicologia, cujo curso tem duração de 5 anos. Essa formação os habilita a realizar acompanhamento psicológico (terapia e/ou análise) bem como a aplicação de testes auxiliares ao diagnóstico (como avaliações neuropsicológicas ou de personalidade). Terapia e medicação são formas de tratamento e uma não exclui a outra. Diversos estudos comprovam que o tratamento combinado (medicação E terapia) é mais eficaz que qualquer um dos dois isoladamente.

Microespuma Densa

Pacientes que têm varizes, microvarizes ou varizes de médio e pequenos calibres, quando clinicamente indicadas, podem ser tratados com condutas locais medicamentosa, sem a necessidade de cirurgias, e dependendo do estágio de comprometimento vascular, até varizes de maior calibre poderão ser tratadas no consultório com bons resultados clínico e estético.

microespuma

Para se tratar de varizes com maior eficácia será fundamental uma prévia avaliação angiológica especializada tendo o exame complementar Eco Color Doppler vascular como um grande aliado, para, só então, com um diagnóstico clínico vascular feito pelo Angiologista, dar início às sessões de escleroterapia (injeção nas veias varicosas), atualmente amplamente feitas com microespuma densa.

A técnica consiste em se produzir uma espuma densa, com microbolhas que, ao ser injetada, provoca inflamação e fibrose das varizes.

A vantagem desse método é que o sangue não reenche imediatamente as varizes, após a injeção da microespuma, o que garante uma maior atuação do agente esclerosante, na forma de microbolhas, sobre a parede do vaso, permitindo, por isso mesmo, uma esclerose de veias mais calibrosas.

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Reposição Hormonal na Menopausa

Os principais sintomas que identificam o climatério começam a acontecer entre 45 e 55 anos. São eles: interrupção das menstruações, ondas de calor e suores noturnos, insônia, diminuição no desejo sexual, irritabilidade, depressão, osteoporose, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual e diminuição da atenção e memória. Esses sinais são variáveis entre as mulheres, afirma endocrinologista.

endocrinologista

O tratamento é geralmente realizado com dosagens relativamente baixas de estrógenos, por via oral ou transdérmica (adesivos sobre a pele ou gel) acompanhado pelo médico endocrinologista. Geralmente é necessária também a reposição de progesterona, exceto para as mulheres que já retiraram o útero.

Lista de remédios naturais que ajudam contra os sintomas da menopausa indicados por endocrinologista:

  • Agripalma (Leonurus cardiaca);
  • Amora Negra (Morus Nigra L.);
  • Salva (Salvia officinalis);
  • Árvore-da-Castidade (Vitex angus-castus);
  • Pé-de-leão (Alchemilla vulgaris);
  • Erva-de-São-Cristóvão (Cemicifuga racemosa);
  • Ginseng siberiano (Eleutherococcus senticosus).

endocrinologia

Saúde Íntima Feminina

Facilmente encontram-se notícias, dicas e matérias sobre assuntos estéticos, como unhas, roupas, pele e cabelos. O que faz com que a região íntima perca sua importância em levantar uma atenção maior quanto as questões de higiene e saúde. A rotina dos dias das mulheres acaba contribuindo para que elas acabem esquecendo a maneira correta de cuidá-las ou ignorando problemas que podem vir a surgir.

Aqui vão algumas dicas de médicos ginecologista e dermatologista de como cuidar corretamente da região íntima e evitar problemas de higiene, consequentemente de saúde:

ginecologia

Cuidado com os chuveirinhos: o uso do chuveirinho após ir ao banheiro é um hábito prejudicial para a sua região íntima. O jato muito forte da água pode desequilibrar as bactérias naturais da flora vaginal. A região possui como característica se manter limpa através da acidez e mucos fisiológicos. O chuveirinho pode acabar retirando essa camada, deixando-a mais vulnerável a infecções e desprotegida.

Sabonete Íntimo: uma maneira eficaz de manter sua região genital saudável é usar diariamente um sabonete íntimo, pois esse contribui para manter o pH do local equilibrado e ajuda na prevenção de infecções. A escolha deve ser cuidadosa: “O sabonete de preferência deve ser líquido e com pouco perfume. Não devem-se usar lenços umedecidos ou desodorantes vaginais”, alerta médicos dermatologista e ginecologista. Na hora da higienização, a ginecologista e o dermatologista recomenda lavar apenas por fora, que é a parte chamada de vulva.

Relação Sexual e Fazer xixi: durante a relação, a região íntima fica mais exposta à bactérias e substâncias microscópicas. Essas substâncias podem irritar a vagina e até provocar uma infecção. Pensando nisso, fazer a lavagem do local após o ato pode minimizar as chances de contaminação. Outra dica é fazer xixi depois do sexo, pois ajuda a eliminar as bactérias na uretra.

dermatologia

Roupas largas e calcinha de algodão: por ser uma parte do corpo basicamente interna, a vagina precisa receber ventilação. Devido sua localização, ela apresenta facilidade para o desenvolvimento de umidade, podendo surgir fungos, bactérias e infecções. Por isso, optar pelas calcinhas de algodão é uma ótima escolha. O material seca rápido e permite que o ar passe livremente pelo local. Isso também vale para as roupas folgadas.

Depilação íntima completa: existe o mito de que os pelos pubianos são anti-higiênicos. Na verdade, eles funcionam como uma barreira de proteção do corpo, contribuindo para o bloqueio de entrada de microrganismos nocivos para a região íntima. Sem eles, a pele deste local fica em contato direto com a calcinha e sabonete. Por isso, quem opta pela depilação total é muito importante que tome os devidos cuidados. Se a preferência for a lâmina, lembre-se de usar uma nova e aparar os pelos antes. No caso da depilação com cera ou a laser, é indicado procurar um local especializado.

Troque a roupa úmida: principalmente durante o verão ou em lugares de praia, é comum passar o dia usando o biquíni. No entanto, isto pode vir a ser um perigo para a saúde íntima. Segundo especialistas, a roupa molhada em contato com o corpo por muitas horas deixa a região íntima úmida e suscetível à infecções causadas por fungos.

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Mitos e Verdades sobre Óculos e Lentes de Contato

Depois da cirurgia de miopia nunca mais vou precisar usar óculos?
Verdade! A cirurgia de miopia tem como objetivo minimizar ao máximo o grau.

Quem usa óculos enxerga menos à noite?
Verdade! Mas não necessariamente quem usa óculos. As células dos míopes possuem maior dificuldade exposta a escuridão, por isso os míopes que enxergam menos a noite, com ou sem óculos.

As lentes de contato estacionam a miopia?
Mito! Na maioria das vezes, as pessoas adquirem as lentes quando a miopia estaciona naturalmente, em média após os 20 anos.

oftalmologia

Óculos de grau vencem?
Verdade! As lentes dos óculos não tem validade, mas sofrem desgastes com o tempo de uso, além dos olhos precisarem de exames periódicos.

Guardar os óculos no carro estraga?
Verdade! Os tratamentos aplicados às lentes (antirreflexo, antiUV, fotossensível, colorações) são termossensíveis, por isso quando expostas a altas temperaturas, podem vir a deteriorar e deixar inúteis as lentes corretivas.

Óculos são melhores que lentes de contato para corrigir a visão?
Mito! As lentes são mais eficazes, principalmente em casos de alto grau de miopia, por estarem em contato com a córnea.

Posso nunca precisar usar óculos fazendo exercícios com eles?
Mito! Nossa genética, assim como o envelhecimento do nosso corpo, são as principais causas para o uso de lentes corretivas. E são inevitáveis, mesmo com exercícios oculares.

Usar o óculos constantemente me torna dependente dele?
Mito! Se a prescrição está correta, você irá enxergar mais claramente enquanto estiver usando, se tirá-los verá menos.

Óculos escuros protegem os olhos?
Verdade! Desde que sejam de boa qualidade, e lentes com filtros de raios infravermelhos e ultravioletas. Óculos sem qualidade fazem as pupilas dilatarem, deixando os raios entrarem com mais facilidade, podendo gerar catarata.

A lente de contato pode entrar dentro do olho?
Mito! Não existe nenhuma comunicação física para as lentes entrarem dentro dos olhos.

Faz mal compartilhar ou usar óculos de outra pessoa?
Verdade! O óculos é um utensílio individual, receitado pelo médico nas medidas, necessidades e limitações exatas para cada um.

Óculos prontos fazem mal aos olhos?
Verdade! Apesar de não piorarem a visão, como não possuem a medida exata que o oftalmologista indicou, acabam causando dores nos olhos, cabeça e tontura.