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Quando procurar um Psiquiatra?

Os distúrbios mentais fazem a pessoa sofrer de alguma forma, tanto o paciente quanto as pessoas que o circulam. Em grande parte das vezes, só se percebe a doença através dos prejuízos que ela provoca, como piora do rendimento no trabalho ou nos estudos, as discussões frequentes em casa, afastar os amigos e etc. Também nesse campo, nem sempre é fácil distinguir causa e efeito.

psiquiatria

E quem devo procurar nesses casos? Muitas pessoas não sabem, mas existem diferenças entre os especialistas que tratam fatores mentais e suas funções se complementam.

Psiquiatras são médicos especialistas, ou seja, cursam a faculdade de Medicina por 6 anos e depois, um programa de residência médica em Psiquiatria, por mais 3 anos. O diagnóstico e a indicação do tipo de tratamento a ser seguido é feita por esse profissional.

Neurologistas também são médicos especialistas. Enquanto os psiquiatras têm sua atuação matis voltada para os problemas relacionados às emoções e ao comportamento (depressão, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade etc), os neurologistas focam suas atividades em outras doenças do sistema nervoso, como as que acometem a motricidade e a sensibilidade (esclerose múltipla, doença de Parkinson etc).

Como tanto os transtornos neurológicos quanto os psiquiátricos envolvem, via de regra, alterações na anatomia e/ou no funcionamento cerebral, é comum que ocorram simultaneamente sintomas de ambas áreas durante o curso de uma mesma doença e assim um mesmo paciente seja acompanhado por dois profissionais.

terapia

Psicólogos são profissionais formados em faculdades de Psicologia, cujo curso tem duração de 5 anos. Essa formação os habilita a realizar acompanhamento psicológico (terapia e/ou análise) bem como a aplicação de testes auxiliares ao diagnóstico (como avaliações neuropsicológicas ou de personalidade). Terapia e medicação são formas de tratamento e uma não exclui a outra. Diversos estudos comprovam que o tratamento combinado (medicação E terapia) é mais eficaz que qualquer um dos dois isoladamente.

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Microespuma Densa

Pacientes que têm varizes, microvarizes ou varizes de médio e pequenos calibres, quando clinicamente indicadas, podem ser tratados com condutas locais medicamentosa, sem a necessidade de cirurgias, e dependendo do estágio de comprometimento vascular, até varizes de maior calibre poderão ser tratadas no consultório com bons resultados clínico e estético.

microespuma

Para se tratar de varizes com maior eficácia será fundamental uma prévia avaliação angiológica especializada tendo o exame complementar Eco Color Doppler vascular como um grande aliado, para, só então, com um diagnóstico clínico vascular feito pelo Angiologista, dar início às sessões de escleroterapia (injeção nas veias varicosas), atualmente amplamente feitas com microespuma densa.

A técnica consiste em se produzir uma espuma densa, com microbolhas que, ao ser injetada, provoca inflamação e fibrose das varizes.

A vantagem desse método é que o sangue não reenche imediatamente as varizes, após a injeção da microespuma, o que garante uma maior atuação do agente esclerosante, na forma de microbolhas, sobre a parede do vaso, permitindo, por isso mesmo, uma esclerose de veias mais calibrosas.

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Reposição Hormonal na Menopausa

Os principais sintomas que identificam o climatério começam a acontecer entre 45 e 55 anos. São eles: interrupção das menstruações, ondas de calor e suores noturnos, insônia, diminuição no desejo sexual, irritabilidade, depressão, osteoporose, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual e diminuição da atenção e memória. Esses sinais são variáveis entre as mulheres, afirma endocrinologista.

endocrinologista

O tratamento é geralmente realizado com dosagens relativamente baixas de estrógenos, por via oral ou transdérmica (adesivos sobre a pele ou gel) acompanhado pelo médico endocrinologista. Geralmente é necessária também a reposição de progesterona, exceto para as mulheres que já retiraram o útero.

Lista de remédios naturais que ajudam contra os sintomas da menopausa indicados por endocrinologista:

  • Agripalma (Leonurus cardiaca);
  • Amora Negra (Morus Nigra L.);
  • Salva (Salvia officinalis);
  • Árvore-da-Castidade (Vitex angus-castus);
  • Pé-de-leão (Alchemilla vulgaris);
  • Erva-de-São-Cristóvão (Cemicifuga racemosa);
  • Ginseng siberiano (Eleutherococcus senticosus).

endocrinologia

Saúde Íntima Feminina

Facilmente encontram-se notícias, dicas e matérias sobre assuntos estéticos, como unhas, roupas, pele e cabelos. O que faz com que a região íntima perca sua importância em levantar uma atenção maior quanto as questões de higiene e saúde. A rotina dos dias das mulheres acaba contribuindo para que elas acabem esquecendo a maneira correta de cuidá-las ou ignorando problemas que podem vir a surgir.

Aqui vão algumas dicas de médicos ginecologista e dermatologista de como cuidar corretamente da região íntima e evitar problemas de higiene, consequentemente de saúde:

ginecologia

Cuidado com os chuveirinhos: o uso do chuveirinho após ir ao banheiro é um hábito prejudicial para a sua região íntima. O jato muito forte da água pode desequilibrar as bactérias naturais da flora vaginal. A região possui como característica se manter limpa através da acidez e mucos fisiológicos. O chuveirinho pode acabar retirando essa camada, deixando-a mais vulnerável a infecções e desprotegida.

Sabonete Íntimo: uma maneira eficaz de manter sua região genital saudável é usar diariamente um sabonete íntimo, pois esse contribui para manter o pH do local equilibrado e ajuda na prevenção de infecções. A escolha deve ser cuidadosa: “O sabonete de preferência deve ser líquido e com pouco perfume. Não devem-se usar lenços umedecidos ou desodorantes vaginais”, alerta médicos dermatologista e ginecologista. Na hora da higienização, a ginecologista e o dermatologista recomenda lavar apenas por fora, que é a parte chamada de vulva.

Relação Sexual e Fazer xixi: durante a relação, a região íntima fica mais exposta à bactérias e substâncias microscópicas. Essas substâncias podem irritar a vagina e até provocar uma infecção. Pensando nisso, fazer a lavagem do local após o ato pode minimizar as chances de contaminação. Outra dica é fazer xixi depois do sexo, pois ajuda a eliminar as bactérias na uretra.

dermatologia

Roupas largas e calcinha de algodão: por ser uma parte do corpo basicamente interna, a vagina precisa receber ventilação. Devido sua localização, ela apresenta facilidade para o desenvolvimento de umidade, podendo surgir fungos, bactérias e infecções. Por isso, optar pelas calcinhas de algodão é uma ótima escolha. O material seca rápido e permite que o ar passe livremente pelo local. Isso também vale para as roupas folgadas.

Depilação íntima completa: existe o mito de que os pelos pubianos são anti-higiênicos. Na verdade, eles funcionam como uma barreira de proteção do corpo, contribuindo para o bloqueio de entrada de microrganismos nocivos para a região íntima. Sem eles, a pele deste local fica em contato direto com a calcinha e sabonete. Por isso, quem opta pela depilação total é muito importante que tome os devidos cuidados. Se a preferência for a lâmina, lembre-se de usar uma nova e aparar os pelos antes. No caso da depilação com cera ou a laser, é indicado procurar um local especializado.

Troque a roupa úmida: principalmente durante o verão ou em lugares de praia, é comum passar o dia usando o biquíni. No entanto, isto pode vir a ser um perigo para a saúde íntima. Segundo especialistas, a roupa molhada em contato com o corpo por muitas horas deixa a região íntima úmida e suscetível à infecções causadas por fungos.

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Mitos e Verdades sobre Óculos e Lentes de Contato

Depois da cirurgia de miopia nunca mais vou precisar usar óculos?
Verdade! A cirurgia de miopia tem como objetivo minimizar ao máximo o grau.

Quem usa óculos enxerga menos à noite?
Verdade! Mas não necessariamente quem usa óculos. As células dos míopes possuem maior dificuldade exposta a escuridão, por isso os míopes que enxergam menos a noite, com ou sem óculos.

As lentes de contato estacionam a miopia?
Mito! Na maioria das vezes, as pessoas adquirem as lentes quando a miopia estaciona naturalmente, em média após os 20 anos.

oftalmologia

Óculos de grau vencem?
Verdade! As lentes dos óculos não tem validade, mas sofrem desgastes com o tempo de uso, além dos olhos precisarem de exames periódicos.

Guardar os óculos no carro estraga?
Verdade! Os tratamentos aplicados às lentes (antirreflexo, antiUV, fotossensível, colorações) são termossensíveis, por isso quando expostas a altas temperaturas, podem vir a deteriorar e deixar inúteis as lentes corretivas.

Óculos são melhores que lentes de contato para corrigir a visão?
Mito! As lentes são mais eficazes, principalmente em casos de alto grau de miopia, por estarem em contato com a córnea.

Posso nunca precisar usar óculos fazendo exercícios com eles?
Mito! Nossa genética, assim como o envelhecimento do nosso corpo, são as principais causas para o uso de lentes corretivas. E são inevitáveis, mesmo com exercícios oculares.

Usar o óculos constantemente me torna dependente dele?
Mito! Se a prescrição está correta, você irá enxergar mais claramente enquanto estiver usando, se tirá-los verá menos.

Óculos escuros protegem os olhos?
Verdade! Desde que sejam de boa qualidade, e lentes com filtros de raios infravermelhos e ultravioletas. Óculos sem qualidade fazem as pupilas dilatarem, deixando os raios entrarem com mais facilidade, podendo gerar catarata.

A lente de contato pode entrar dentro do olho?
Mito! Não existe nenhuma comunicação física para as lentes entrarem dentro dos olhos.

Faz mal compartilhar ou usar óculos de outra pessoa?
Verdade! O óculos é um utensílio individual, receitado pelo médico nas medidas, necessidades e limitações exatas para cada um.

Óculos prontos fazem mal aos olhos?
Verdade! Apesar de não piorarem a visão, como não possuem a medida exata que o oftalmologista indicou, acabam causando dores nos olhos, cabeça e tontura.

Diferença entre Ecografia e Ultrassonografia

Ultrassonografia e Ecografia correspondem ao mesmo tipo de exame, não existindo portanto qualquer diferença em se chamar de uma ou outra forma.

Neste tipo de exame, o aparelho produz ondas sonoras que vão penetrar a pele e refletir sobre as estruturas de dentro do corpo do paciente formando ecos e, assim, montando as imagens para o estudo médico.

Assim, quando se chama Ecografia, seu nome faz referência aos ecos emitidos pelo aparelho, e quando se fala Ultrassonografia o seu nome está ligado ao uso de ultrassom para gerar os ecos.

O exame é indolor, sem uso de radiação, utilizando-se apenas do som. Assim, o estudo ecográfico é perfeitamente seguro para pacientes de qualquer idade, inclusive gestantes.

ecografia

Quais os Tipos de Ecografia/Ultrassonografia?

  • Abdome inferior feminino (bexiga, útero, ovário e anexos);
  • Abdome inferior masculino;
  • Abdome superior;
  • Abdome total;
  • Aparelho urinário;
  • Articulações (ombro, antebraço, punho, mão, dedo, quadril, coxa, joelho, perna, tendão de aquiles e tornozelo);
  • Estruturas superficiais (cervical ou axilas ou músculo ou tendão);
  • Glândulas salivares;
  • Mamas;
  • Obstétrica;
  • Obstétrica com Doppler colorido;
  • Obstétrica com translucência nucal;
  • Órgãos superficiais (tireoide, escroto, pênis e crânio);
  • Próstata;
  • Transvaginal (inclui abdome inferior feminino);
  • Transvaginal para controle de ovulação.

Como escolher um Auditório para Locação – Coworking

Muitas pessoas que trabalham com “eventos” para um público-alvo bem amplo, não analisam todos os fatores que devem envolver a locação de um auditório. A primeira coisa que você deve considerar nessa escolha é o seu público-alvo.

Dependendo do seu público-alvo, escolher um auditório para locação exigirá uma análise mais profunda do que em outras situações.

Se você está no processo de escolher um auditório para locação, não deixe de considerar os fatores que vamos explicar no artigo a seguir.

Seguindo as nossas dicas, você terá mais facilidade para escolher o auditório perfeito para o seu evento.

Fatores para analisar antes da Locação do Auditório:

1) Localização

Esse é o primeiro fator que você deve analisar antes de escolher um auditório para locação. Isso porque a localização precisa ser o mais acessível possível para o seu público-alvo.

O sucesso do seu evento pode depender muito da localização. Uma distância menos favorável para o seu público pode fazer com que ele se sinta desestimulado à locomoção.

Além disso, caso o evento seja em um horário muito próximo do fim do expediente, por exemplo, pode ser que muitas pessoas não consigam ir para o evento, caso a localização seja muito afastada das empresas onde elas trabalham.

2) Infraestrutura

A Infraestrutura do recinto é outro fator muito importante. O auditório precisa ter condições adequadas para receber o seu evento.

Não deixe de verificar o atual estado das poltronas, do palco e da iluminação. Não se contente com as fotos promocionais. Elas podem ter sido tiradas no dia da inauguração do espaço. Logo, a realidade do momento pode ser outra.

Conhecer antes a estrutura do auditório pode te livrar de algumas dores de cabeça, caso o espaço não seja mais propício para receber o seu público.

Entra nesse item, a funcionalidade do auditório. Ou seja, se o espaço é favorável para o trânsito de pessoas, se tem uma boa logística para receber equipamentos, saídas de emergência e boa sinalização para a entrada e saída de pessoas.

3) Custo-benefício

O custo de locação do auditório, é claro, também deve ser considerado. Afinal, de nada adianta locar o melhor auditório possível, se os custos da locação não cabem no orçamento do seu evento.

O ideal é escolher um auditório cujo preço esteja alinhado com o porte do seu evento. Nada de exageros ou de extrapolar o orçamento. É possível encontrar um auditório que ofereça a estrutura que você precisa pelo valor que você dispõe.

4) Serviços Acessórios

Entre os serviços acessórios, podemos incluir os serviços de recepção, estacionamento, som, multimídia, entre outros que poderiam ser aqui citados.

A sala de espera, o espaço para fazer o Coffee Break, e até os banheiros são elementos que podem ser analisados nessa etapa.

É preciso saber se o auditório oferece esses serviços, ou se você terá que contratá-los em um pacote avulso oferecido por outra empresa.

5) Busque referências em pessoas que já locaram o auditório

Pronto! Você já encontrou alguns auditórios possíveis para fazer o seu evento. Mas se ainda está na dúvida sobre qual contratar, essa certeza pode ser adquirida ao pesquisar por pessoas que já realizaram eventos no mesmo espaço que você deseja.

Em uma rápida pesquisa no Google, por exemplo, você pode encontrar o estabelecimento e conferir os feedbacks que os clientes do espaço ali registraram. Nesse mesmo sistema, você consegue visualizar a média de estrelas que os clientes deram para o estabelecimento.

Se o auditório tiver uma página no Facebook, o sistema de avaliações é bastante semelhante. As pessoas expõem as suas opiniões na própria página da empresa, e essas informações podem ser muito úteis para que você decida entre fazer o seu evento no auditório ou não.

Onde posso encontrar esse serviço? Recomendamos os seguintes, conforme avaliações dos clientes.
Coworking em Fortaleza

Escritorio virtual em Brasilia